domingo, 2 de agosto de 2015

Item nº 5: Superman em Cartões Postais (Postcards)

O quinto item da coleção é um conjunto de cartões postais estampados com capas de HQs clássicas do Superman. 

Lançados pela Chronicle Books em 2010, estes cartões fazem parte de uma caixa em comemoração aos 75 anos da DC Comics. São 100 cartões com capas de HQs lançadas dos anos de 1930 até a década de 1980.

Com relação aos cartões referentes ao Superman, a ausência de Action Comis #1 é suprida pela presença de outras capas antológicas como Superman #1, Adventure Comics #247, Action Comics #419, Crisis on Infinite Eaths #7 e The Man of Steel #1. Por fazerem parte da minha infância e do começo da minha vida de colecionador, as duas últimas são minhas capas favoritas.

No verso, os cartões trazem um recorte da capa como “plano de fundo”, a indicação do título, numeração, mês e ano de lançamento. Além disso, creditam o artista (desenhista) da capa.

Mais do que um item de coleção, utilizo estes cartões para escrever aos amigos e parentes em datas comemorativas. No Natal de 2014, todos os meus presenteados receberam um. Inclusive, aquele que é a razão de ser deste blog, meu filho Pedro.

Este é um item muito interessante, acessível ($15.41) e, ainda, disponível para compra no site da Amazon. Aos fãs do Superman e da DC Comics, vale a pena conferir.





Fotos - Item nº 5 – Cartões Postais de Capas de HQs (Postcards)














sexta-feira, 3 de julho de 2015

Item nº 4: Calendário de 1979: Superman, o filme (Superman, the movie: 1979 Calendar)

Depois de um longo hiato, venho apresentar mais um item da coleção.
Assim como o primeiro, este é relacionado ao filme de 1978. Lançado no final daquele ano, alguns produtos derivados do longa acabaram tendo como foco, o ano seguinte. Este é o caso do “Superman, the movie: 1979 Calendar”.

Produto de marketing muito comum no mercado estadunidense, calendários relacionados a obras ficcionais no Brasil são uma raridade. Editado pela Warner Books, com design de Thomas Nozkowski, o calendário com capa e miolo em papel de boa gramatura foi vendido à época por US$ 4.95.


Em suas páginas internas cada mês do ano traz de duas a cinco imagens do filme. Uma principal, colorida, no formato 31X33. As outras, em preto e branco e com formato variado. É notório o cuidado do designer em harmonizar as cores da página que contém o calendário com as cores predominantes dos frames retirados do filme. No entanto, as imagens não seguem a mesma ordem de apresentação do longa. A “cereja do bolo” fica para as páginas centrais com a “clássica” imagem do Superman (Christopher Reeve) apontando para o alto, com os prédios de “Metropolis” ao fundo.

Muito provavelmente por questões contratuais, não há sequer uma imagem de Marlon Brando (Jor-El) e Gene Hackman (Lex Luthor). Uma pena que as duas estrelas não estejam estampadas neste “documento” histórico.

A única crítica negativa fica para a imagem escolhida para estampar o mês de dezembro. O designer optou por uma foto de Valerie Perrine (Eve Teschmacher) “desmaiada” no meio da rodovia na cena em que Luthor muda as coordenadas do míssil nuclear. Não tenho nada contra a atriz ou a personagem, mas para fechar o calendário, poderiam ter utilizado a tradicional cena final com Reeve (Superman) acenando para a câmera/público.

Sinceramente, este é um item que jamais imaginei ter em minha coleção. Sequer sabia de sua existência até alguns meses atrás. Fiquei feliz de ter conseguido um exemplar em ótimas condições de conservação.

Até o próximo item.


Fotos - Item nº 4: Calendário de 1979: Superman, o filme


















segunda-feira, 8 de junho de 2015

Item nº 3: View-Master Reel – Superman meets Computer Crook (1976)


O terceiro item da coleção segue a mesma linha dos demais apresentados até então. Remete a um tempo em que as coisas eram mais simples, menos eletrônicas, mais lúdicas.

Lançado nos EUA em 1976, este título de View-Master 3D ou, simplesmente, “Cineminha”, apresenta um “Luthor genérico” chamado Mikro. Na aventura, o cientista-vilão cria um robô-computador chamado Crook para complicar a vida do nosso herói. Um mote bastante comum nas histórias do Super, mas que cumpre seu papel de divertir a partir de 21 cenas em 3D (divididas em três discos) e um livreto complementar com boas ilustrações e enredo mais detalhado (meu exemplar não veio com o livreto, mas o mesmo está disponibilizado em arquivo pdf no final do post).

No entanto, hoje este tipo de item não tem o mesmo apelo que tinha há 40 anos. Vivemos um tempo em que a geração nascida nos últimos 20 anos não tem qualquer tipo de privação em relação ao que há de mais atual e moderno em termos de tecnologia e, ao mesmo tempo, tem acesso a todas as possibilidades de curtir seus personagens favoritos em diferentes formatos (HQs, livros, filmes, animações, seriados live action, videogames, estatuetas, action figures, vestuário, colecionáveis e etc.). Mais do que isto, esta é uma geração que reclama muito mais do que curte tudo o que está ao alcance das mãos.

Ao contrário, a geração nascida na década de 1970, da qual faço parte, se deslumbrava a cada nova possibilidade de ter uma aventura de seu personagem favorito fora dos gibis, sobretudo, aqui no Brasil.

Até a próximo item da coleção.
Abraço!!!

Livreto do View-Master Reel – Superman meets Computer Crook (pdf)

http://www.superman-through-the-ages.com/nightwing/nightwing/collectibles/viewmaster/viewmaster_booklet.pdf
Fonte do Livreto:http://www.superman-through-the-ages.com/nightwing/nightwing/collectibles/viewmaster/viewmaster_booklet.pdf


Fotos - Item nº 3: View-Master Reel – Superman meets Computer Crook










terça-feira, 26 de maio de 2015

Item nº 2: Superman por John Byrne (pós-Crise)

Super-Homem nº 38 e
O Mundo de Krypton
Esta era minha primeira opção para começar a apresentação da coleção. Não representa meu primeiro contato com hqs do Super, mas representa o início da minha própria coleção de revistas do personagem. No Brasil, lançada em agosto de 1987, Super-Homem nº38 trazia a aguardada reformulação do universo do herói após a saga Crise nas Infinitas Terras. O responsável pelo feito era nada menos que John Byrne.
Reconhecido por seus trabalhos nos títulos Quarteto Fantástico, X-Men e, em sua criação, a Tropa Alpha, o autor e desenhista criou uma nova mitologia para Kal-El. Amada por muitos, mas também odiada por uma legião, finalmente Superman seria o último filho de Krypton.

Esta é para mim a origem definitiva do personagem e do mundo que o cerca. Como leitor de tudo que foi publicado dali em diante, não vi nas tentativas de recontar a história do personagem nada que seja comparado à saga Superman - The Man of Steel. Mas, Byrne não estava sozinho, ao contrário, estava acompanhado de um time de talentos como Dick Giordano, Karl Kesel, Marv Wolfman e Jerry Ordway entre outros.

Como o próprio Byrne já relatou em diversas oportunidades, sua passagem pelo maior herói da DC foi turbulenta em virtude da pressão recebida de dentro da própria editora e do grupo a qual ela pertence. A saída de Byrne do comando criativo dos títulos do Superman deixou em mim, naquela época uma criança de 11 anos, uma sensação de que eu havia lido as mais intrigantes, envolventes e bem ilustradas histórias em quadrinho de toda minha vida. Hoje, quase 25 anos depois, ainda tenho esta sensação.

Edição da Mythos Editora
No Brasil esta fase foi publicada e fragmentada pela Ed. Abril em várias revistas além do título Super-Homem. Assim, as histórias capitaneadas por Byrne apareceram em Super Powers, Liga da Justiça, DC 2000,  Superamigos e até em uma edição da mini-série Lendas. Com uma distribuição irregular em cidades do interior, apenas há alguns anos consegui reunir todos os títulos lançados por aqui.

"Fase Byrne" na estante
Em 2003, a DC Comics iniciou uma série de encadernados desta fase. Foram lançados oito volumes, no entanto, sem uma periodicidade regular. Espero que o volume nove chegue logo para completar minha coleção e finalizar esta que é a maior história já contada do meu personagem favorito. Também fico na torcida para que um dia a Panini lance estes encadernados por aqui. Apesar dos títulos da DC serem acessíveis, um material desta magnitude precisa ser oferecido ao leitor brasileiro em português. Lembrando que a mini-série que deu origem a esta fase foi lançada em formato americano pela Mythos Editora em 2006.

Gostaria de escrever muito mais sobre estas HQs, mas fico por aqui. Afinal, o objetivo do blog é, apenas, fazer o registro da coleção. As resenhas ficam para outra oportunidade.

Em breve, publicarei mais fotos das HQs desta fase.

Até o próximo item da coleção!!!
Fotos - Item nº 2: HQs da “Fase John Byrne” (pós-Crise)